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[DB - Empresa +Parceira] Ferramentas para incremento da produtividade: o desafio do aumento de leitões nascidos e a utilização de mães de leite




Por Tiago Paranhos/Gerente Técnico RS e SC
 
 
 
Os constantes avanços genéticos da suinocultura têm ocasionado o aumento na produtividade das fêmeas e consequentemente aumentando o desafio dos suinocultores em relação às práticas de manejo adotadas na maternidade.  Hoje, visualizamos granjas com produtividade acima de 36 DFA e com possibilidade de chegar à níveis nunca imaginados de 40 DFA que são realidade de países como a Dinamarca. 
 
 
As vantagens que as fêmeas hiperprolíferas são capazes de proporcionar aos suinocultores, somente serão efetivadas na prática se elas não forem anuladas por um aumento da mortalidade pré-desmame. Neste caso, o produtor terá um incremento significativo de produtividade com uma consequente diluição dos seus custos fixos.
 
 
Os maiores desafios da atualidade, dizem respeito ao menor peso médio ao nascer dos leitões nas grandes leitegadas e, a maior competição que se estabelece pela disputa dos tetos para obtenção do colostro. Essas condições inerentes às fêmeas hiperprolíferas tendem a elevar a mortalidade pré-desmame caso não haja uma otimização e qualificação das práticas de manejo adotadas na maternidade.
 
 
Alguns pontos importantes que auxiliam o suinocultor a reduzir a mortalidade pré- desmame são:
 
- Tentar concentrar os partos durante os períodos com maior quantidade de funcionários;
- Climatização das salas, quando possível;  
- Proporcionar temperatura adequada aos leitões para prevenir problemas de hipotermia logo após o parto (climatização da sala para fêmeas e não para o leitão);
- Assegurar a ingestão do colostro pelos leitões menores no pós-parto imediato, com o objetivo de animá-los e melhorar a sua imunidade (aumento da concentração de Imunoglobulinas);
- Distribuição adequada do número de leitões respeitando a relação de nascidos vivos (NV) de acordo com o número de tetos viáveis das fêmeas;
 
Este último ponto é de suma importância e tentaremos exemplificar abaixo:
 
TRANSFERENCIA DOS LEITÕES E FORMAÇÃO DAS MAES DE LEITE
 
A marcação da ordem de nascimento dos leitões torna-se uma ferramenta importante para que possamos definir os animais que já se alimentaram de colostro e serão os primeiros candidatos à transferência.
 
 
Durante o parto o colostro está disponível na maior parte do tempo, dando oportunidade de os leitões obterem os nutrientes essenciais e imunidade à medida que forem nascendo. No entanto poucas horas após a finalização do parto, as fêmeas começam a liberar o leite de hora em hora, com um tempo de ejeção muito curto, que normalmente não leva mais do que 30 segundos. Neste momento os leitões iniciam a competição pela fixação dos tetos, onde, normalmente, os mais fortes acabam ficando com os tetos peitorais, os mais produtivos, e os mais fracos com os inguinais, os menos produtivos. A maioria dos leitões consegue selecionar os seus tetos prediletos até 12 horas após o nascimento, estabelecendo-se a partir daí uma determinada ordem para o ato de mamar que será respeitada em todas as mamadas. Quando os leitões são transferidos para outra fêmea após ter ocorrido a fixação do teto, eles terão que iniciar todo o processo de disputa novamente, o que exige muito esforço estressando-os demasiadamente. Essa é a razão pela qual a transferência deve ser realizada cedo, preferencialmente entre 6 – 18 horas após o nascimento.
 
 
A contagem dos números de tetos viáveis é uma prática importante, pois o número de leitões por porca jamais pode exceder o número de tetos funcionais disponíveis. Quando isso ocorre, a disputa de dois ou mais leitões pelo mesmo teto, faz com que, normalmente, nenhum deles consiga se alimentar adequadamente, pelo curto período que leva a liberação do leite. 
 
 
Nestes casos, onde o número de leitões é superior à quantidade de tetos disponíveis, a utilização de mãe de leite é recomendada respeitando a proporção do quadro abaixo. A adoção deste manejo garante uma melhor escolha por parte dos leitões e previne a inanição, além de ajudar a diminuir a disputa que ocorre entre os leitões e que muitas vezes perturba a porca que acaba interrompendo a liberação do leite ou girando o corpo, impedindo o acesso dos leitões ao úbere e reduzindo o número de mamadas, a ingestão de leite e o posterior desenvolvimento da leitegada, além de aumentar os riscos de traumatismos e esmagamentos. 
 
 
 
 
A formação de grupos de mãe de leite em duas etapas é uma ferramenta importante para agrupar o excedente de leitões nascidos destas fêmeas. 
 
 
Esta ferramenta que pode ser utilizada no dia a dia do suinocultor, lembrando que a correta reposição do plantel, a melhora constante da sanidade e o contínuo treinamento das equipes das unidades são premissas importantes para alavancar a produtividade da granja.
 
 

 


19/11/2020

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