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[MSD - Empresa +Parceira] Doenças entéricas na suinocultura: o controle realizado na sua granja é o mais adequado?




Por João Xavier de Oliveira Filho*
 
 
Doenças entéricas são um dos principais desafios sanitários que acarretam prejuízos econômicos na produção de suínos. Essas perdas são associadas a mortalidade de animais, gastos com medicamentos, aumento de mão de obra, diminuição do ganho de peso diário (GPD) e incremento de conversão alimentar. Há ainda perdas no frigorífico relacionadas à tipificação de carcaça dos animais e triparia. Esses desafios sanitários reforçam a preocupação global em trabalhar no controle de doenças de forma mais efetiva e racional. Um dos motivos dessa preocupação é o aumento da incidência de bactérias resistentes aos principais antimicrobianos utilizados na produção animal e na medicina humana.
 
 
Hoje, na contramão dessa preocupação, os antimicrobianos são utilizados como a principal ferramenta no controle de enfermidades, bem como no controle de diarreia em todas as fases de produção de suínos. Essa estratégia de controle é voltada apenas para combater o microrganismo patogênico envolvido na doença. No entanto é necessário trabalhar de uma forma mais ampla na tríade epidemiológica para entender melhor qual o fator responsável pelo desequilíbrio na interação entre o agente patogênico, o hospedeiro suscetível e o ambiente (Figura 01). Fatores como o aumento da contaminação ambiental, a ocorrência de estresse nos animais e a ocorrência da infecção estão relacionados com a higiene do ambiente, o manejo realizado e a sanidade do rebanho, respectivamente. 
 
 
Portanto, visualizando amplamente a propriedade ou a população de interesse, é de extrema importância realizar o diagnóstico completo do problema, considerando todos os fatores presentes na tríade epidemiológica já mencionada. Nesse contexto, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO, 2010) descreve três princípios básicos para o controle de enfermidades, a saber: 1 Segregação de estruturas (barreiras físicas para limitar a entrada de patógenos); 2 Práticas de limpeza e desinfeção (remoção de matéria orgânica e da pressão de infecção) e 3 Manejo (boas práticas de produção, organização do fluxo de animais, pessoas e equipamentos). Esses princípios formam a biosseguridade na prática, que deve ser um programa padronizado e profissionalizado.  
 
 
Atualmente, com um pensamento amplo do problema, existem diversas estratégias de controle de enfermidades. Hoje as vacinas são fundamentais para promover a proteção dos rebanhos contra os diversos patógenos, bem como os causadores de diarreia, porém não devem ser trabalhadas sozinhas. É necessário um controle multifatorial das enfermidades, ou seja, o resultado esperado não depende apenas de uma medida. Isso nos força a retornar à lista de coisas que podemos fazer e integrar. Estamos falando de gerenciamento de risco: quanto mais fazemos, menos riscos teremos. 
 
 
Figura 01: Tríade epidemiológica
 
 
 
* João Xavier de Oliveira Filho é médico-veterinário, doutor em Ciências Veterinárias e coordenador de Assistência Técnica da MSD Saúde Animal.
 

 


18/11/2020

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