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[DB - Empresa +Parceira] Como garantir o progresso genético na escolha dos reprodutores do plantel




Por *Luciana Salles de Freitas
 
 
A escolha dos animais para a composição do plantel de uma granja é umas das mais difíceis e importantes decisões que afetam o sucesso e a lucratividade do produtor suinícola, além de produzir impactos na evolução da produtividade e na eficiência do plantel. Uma tênue diferença no potencial genético dos animais selecionados pode ser significativa para a manutenção do produtor na atividade ao longo dos anos.
 
 
Mas essa importância nem sempre é ponderada ou facilmente mensurada, quando se define o povoamento ou a compra de um reprodutor. A escolha da origem da próxima geração tem relação direta com o ganho genético e a velocidade de ganho, portanto, associa-se com a produtividade e o resultado econômico da cadeia produtiva de suínos.
 
 
Os índices genéticos são a garantia de utilização de animais de alto potencial. Esses índices são uma composição de valores genéticos de características importantes no sistema produtivo, da herdabilidade de cada característica e ponderações econômicas, para disponibilizar ao mercado os melhores animais. Mas qual é a real importância deste preditor e em que medida pode-se afirmar como confiável o índice para obter resultados na granja?
 
 
As estimativas dos valores genéticos, essenciais à composição deste índice, podem levar em consideração informações dos próprios indivíduos, de suas famílias ou ambas em conjunto. A forma com que se obtém esses valores é que definirá essa confiabilidade, a qual atribuímos o nome de acurácia. A acurácia é uma medida da correlação entre o valor genético predito para o animal e seu valor genético verdadeiro e, quanto maior o valor desta medida, menor o risco na escolha das matrizes e reprodutores para o plantel.
 
 
É importante destacar que características com herdabilidade moderada a alta tendem a ter a acurácia dos valores genéticos igualmente elevada, quando eles são estimados com base nos dados do próprio animal e não apenas nos dados de desempenho de sua família.
 
 
Pode-se dizer que a acurácia é uma medida do "risco" ao se tomar uma decisão de um animal de reposição. Animais de alto valor genético para características de importância econômica, mas que não tiveram as mesmas mensuradas em sua vida produtiva, podem apresentar baixa acurácia e, portanto, são uma incerteza que só poderá ser comprovada ao longo do tempo. À medida que informações de parentes são adicionadas à sua avaliação, o valor genético pode ser alterado, com possibilidades de reclassificação dos animais ao longo do tempo, mas a acurácia dos valores genéticos sempre aumentará com o aumento de informações vinculadas aos indivíduos.
 
 
Mas como saber se podemos confiar nessa informação? Ao se comparar o desempenho dos animais de cinco anos atrás com os atuais, não há dúvida de que houve significativo progresso genético. Este é o cenário na suinocultura: progresso genético à olhos vistos. Mas à medida que se evolui, as mudanças passam a ser sutis. Ao se definir por um reprodutor para utilização no plantel, os resultados só poderão ser mensurados após meses, e é por isso que o risco é grande.
 
 
A escolha de um reprodutor deve se basear em animais de alto índice e, preferencialmente, com acurácia alta para os valores genéticos que o compõem. Especialmente para características de alta herdabilidade, como de carcaça (rendimento de carne magra e espessura de toucinho) ou produtivas (conversão alimentar e ganho de peso diário). O valor genético "sozinho" diz muito pouco sobre o valor genético real do indivíduo: a acurácia da predição do seu valor genético é uma informação tão importante quanto o valor genético em si.
 
 
Sendo assim, é importante saber se os valores genéticos preditos para os animais foram obtidos com a máxima acurácia, pois isso garantirá a confiabilidade dos resultados. Para a predição dos valores genéticos, não há nada que se aproxime mais da realidade, do que a utilização de dados coletados do próprio indivíduo associados aos dados de seus parentes.  
 
 
 
*Luciana Salles de Freitas
Médica Veterinária com doutorado em Genética e Melhoramento Animal
Coordenadora do Programa de Melhoramento Genético -  DB Genética Suína
 
 
 
 

03/09/2020

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