Bolsa de Suínos
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[Na mídia] Exportações de carne suína apresentaram alta no primeiro trimestre de 2020




Por MB Agro
 
 
 
 
No primeiro trimestre de 2020 as exportações brasileiras de carne suína apresentaram alta expressiva de 33,7% ante o mesmo período de 2019. Até o momento, os destaques são os países que seguem sofrendo com a epidemia de PSA, com a China sendo responsável por 53% do total embarcado. Já o Vietnã apresentou 110% de aumento no volume importado de carne suína do Brasil. As exportações para os chineses devem seguir firmes, uma vez que a produção de suínos do país segue sofrendo com os reflexos da PSA. A avaliação é do portal MB Agro, publicada no dia 29 de março.
 
 
A produção de carne suína do país caiu pelo sexto trimestre consecutivo. Uma queda acentuada na produção do primeiro trimestre deste ano destaca a extensão do impacto da doença e a enorme tarefa que o setor enfrenta na tentativa de reconstruir o rebanho. A China abateu 131,3 milhões de suínos nos primeiros três meses de 2020, uma queda de 30,3% em relação ao ano anterior.
 
 
Dentre as paralisações que vem acontecendo nos EUA, as plantas de abate de suínos são, até o momento, as que apresentam maior número e representam a maior participação sobre o total de abates do país. O que chama a atenção no país é a concentração dos abates e a regionalização das plantas. As plantas de maior capacidade no abate de suínos estão concentradas nos estados de Iowa, Illinois, Indiana, Minnessota, Nebraska e Dakota do Sul, sendo que apenas 20 plantas respondem por 70% da capacidade total de abate do país. Com os últimos fechamentos, cerca de 20% da produção de carne suína do país está paralisada. Os preços internos já refletem essa queda de disponibilidade. A carne de porco subiu 37% em um intervalo de 10 dias, sendo que, na semana passada, os preços da carne suína tinham caído para o menor nível desde 2009.
 
 
É provável que o país priorize o abastecimento interno e reduza os embarques aos países da Ásia. O relatório semanal de exportação do USDA mostrou que os americanos venderam 39,8 mil toneladas de carne suína na semana encerrada no dia 16 de abril, recuo de 13% em relação à semana anterior e de 11% ante a média das últimas quatro semanas. A China foi a segunda maior compradora e adquiriu 25% do total comercializado pelos EUA na semana até o dia 16, com 9,7 mil toneladas. No entanto, este volume representa queda de 40,8% em relação às 16,4 mil toneladas adquiridas na semana anterior. 
 
 
Nesse cenário, o segmento suíno do Brasil pode ser beneficiado, pegando uma parte das exportações americanas à China e demais países asiáticos. Claro que esse possível favorecimento ao Brasil só ocorrerá se as plantas frigoríficas por aqui continuarem operando normalmente. No último dia 24, uma planta de abate de frango da JBS em Passo fundo foi interditada pelo Ministério Público do Trabalho, após 19 casos de Covid-19 serem confirmados entre seus funcionários. Apesar dessa interdição, os principais produtores de carnes do país estão adotando medidas para enfrentar a pandemia e prosseguirem com o funcionamento de suas unidades, porém novas interdições não podem ser descartadas.
 
 
 

05/05/2020

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