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Custos com a nutrição de aves de corte e suínos arrefecem em maio, segundo Embrapa



Diminuição foi mais significativa para a suinocultura, segundo informações da instituição

De acordo com informações divulgadas pela plataforma Central de Inteligência de Aves e Suínos (Cias) da Embrapa Suínos e Aves, o mês de maio registrou menor investimento na área de nutrição animal para ambas atividades. Para a suinocultura, a redução na porcentagem da alimentação dos animais na cesta dos custos de produção foi maior do que para a avicultura.

Segundo o analista da instituição, Ari Jarbas Santi, a diferença entre os dois setores se dá porque custos de produção são todos ponderados, os itens que fazem parte dos custos são todos ponderados, então quando varia o preço de um item, ele acaba interferindo também na variação do outro, e esse custo ponderado acaba distorcendo um pouco a curva. "Se os pintinhos de corte não tivessem subido tanto, provavelmente essa diminuição no custo da alimentação das aves seria muito maior, inclusive do que o da alimentação de suínos". 

Conforme aponta a plataforma, a queda na nutrição animal para a área de suínos em maio foi de 2,11% em maio no comparativo com abril. Desde o início do ano, entretanto, este quesito dos custos para a atividade teve alta de 4,19%, e representou em maio 80,97% do total de investimentos na criação dos animais.

Já para a avicultura de corte, a Embrapa informa que a queda com a alimentação das aves foi de 0,87% em maio na relação com o mês anterior, mas desde o início do ano, houve elevação de 4,98%. Neste mês de maio, a nutrição das aves representa 74,41% do investimento na avicultura de corte. 

De maneira geral, o Índice de Custos de Produção (ICP) Frango registrou 434,86 pontos em maio, um aumento de 0,69% no comparativo com abril, alta de 7,76% desde janeiro e de 6,65% em relação a maio de 2021. 

O elemento que teve maior alta em maio para a atividade foi o custo com os pintinhos de um dia, que subiu 1,29% em maio, chegando a representar 14,18% no investimento da granja. Segundo o presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Pintos de Corte (Apinco), José Paulo Meirelles Kors, houve queda de cerca de 3,5% nos alojamentos de pintinhos nestes primeiros quatro meses do ano, com uma média mensal de aves alojadas no Brasil em torno de 550 milhões de cabeças. A razão para essa queda, segundo ele, é a redução da produtividade das galinhas poedeiras e a menor fertilidade dos ovos, que reduz a oferta e, com a demanda aquecida, eleva os preços. 

"Estamos com patamares nunca vistos historicamente. Se antes a cotação de um pintinho de corte era de 25 centavos de dólar, hoje dobrou e está em 50 centavos de dólar, e ainda assim tem sido muito procurado", aponta.

Em relação à suinocultura, o Índice de Custos de Produção (ICP) Suíno registrou 419,68 pontos em maio, uma queda de 2,07% no comparativo com abril, alta de 4,79% desde janeiro e de 0,56% em relação a maio de 2021. 

O elemento que mais pesou na atividade suinícola em maio, vindo em seguida da nutrição dos animais, é o transporte, que representou em maio 4,25% dos gastos no setor. Houve alta em maio de 0,23% em relação a abril, 1,34% desde janeiro e de 1,62% comparado a maio de 2021.

PRINCIPAIS PRAÇAS PRODUTORAS

O Estado que lidera a produção de frangos de corte no país, o Paraná, teve leve aumento de 0,71% de forma geral nos custos de produção, passando de R$ 5,58/kg em abril para R$ 5,62/kg em maio. Em relação a maio do ano passado, quando o custo era de 5,27/kg, o aumento foi de 6,64%

A respeito da nutrição das aves no Paraná, o valor em abril era de R$ 4,23/kg e caiu 1,18% em maio, chegando em R$ 4,18/kg neste mês de maio. Ao estender a comparação, em maio de 2021 o custo com a alimentação das aves era de R$ 4,02/kg, e houve aumento de cerca de 4% comparando a maio de 2022, atingindo R$ 4,18/kg.

Em Santa Catarina, principal Estado produtor de suínos, em maio, de maneira geral, houve queda de 2% nos custos de produção segundo a Embrapa, saindo de R$ 7,49/kg em abril para R$ 7,34/kg em maio. Ao comparar o valor com maio de 2021, há um aumento de 0,54%. 

No caso da alimentação dos animais, Santa Catarina teve baixa de 2,62%, passando de R$ 6,10/kg em abril para R$ 5,94/kg em maio. Em relação a maio de 2021, quando a nutrição dos suínos custava, em média, R$ 6,00/kg, observa-se um recuo de quase 1% em comparação a maio deste ano.

 


13/06/2022 - Notícias Agrícolas

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